ASTEROIDES NA FISICA E SOCIOLOGIA
Os asteróides e cometas são chamados de corpos menores do Sistema Solar. Este termo reflete o fato de serem estes objetos de dimensões e massa muito inferiores aos dos planetas, mesmo os do tipo Terra. A semelhança com que cometas e asteróides refletem a luz solar indica que estes objetos são compartilham de muitas propriedades e de origem comum.
Os asteróides são bem abundantes: o número de asteróides conhecidos em 1986 era de 3.000 e este número cresce a uma taxa de dúzias a cada ano. Estima-se que existam mais de meio milhão de asteróides com mais de 500 metros de diâmetro e mesmo assim, a massa total destes corpos não deve superar 1/1000 da massa da Terra.
Ao se acumular o número de asteróides entre Marte e Júpiter, ficou evidente que o planeta previsto pela lei de Titius e Bode estava fragmentado. Pensou-se que os asteróides tinham se formado após a explosão deste planeta. Hoje, o mais aceito é que estes pedaços de matéria são restos da formação planetária que nunca chegaram a formar um planeta.
Os asteróides não estão uniformemente distribuídos entre Marte e Júpiter: eles estão em faixas que apresentam zonas vazias, chamadas zonas de Kirkpatrick. Alguns asteróides estão agrupados e parecem ter uma relação física, e por isso são chamados de famílias.
Os asteróides Troianos giram na órbita de Júpiter. Os asteróides da família Apollo-Amor estão ligados à Terra e a Marte. O disco de Marte é fornecido como escala de dimensões. Ceres, Vesta e Palas são os maiores asteróides; os tamanhos dos desenhos e as formas de cada um são realistas, pois são baseados em observações. A família Flore, perto de Marte, está constituída por corpos de mais de 15 km de diâmetro. Os objetos situados nos extremos superior ou inferior deste diagrama possuem órbitas mais excêntricas.
COMETAS NA FISICA E NA SOCIOLOGIA:
Os cometas, assim como os asteróides, são corpos menores do sistema solar. Eles, do mesmo modo que os planetas e os asteróides, estão ligados gravitacionalmente ao Sol, orbitando em torno deste último.Estes corpos celestes são aglomerados de alguns tipos de gelo e poeira, podendo conter rochas e metais. Seu diâmetro pode ser de até 50 km. Um cometa não é visível quando está longe do Sol. Quando se aproximam a 5 UA, começam a evaporar-se, formando uma bola de vapor ao seu redor, chamada de coma ou cabeleira. Mais perto do Sol, a uns 2 UA, a pressão da radiação e o vento solar empurram os gases e a poeira da cabeleira, produzindo longas caudas. A cauda sempre aponta na direção contrária ao Sol, a de gás é mais reta, enquanto a de poeira é mais curva.
O núcleo do cometa é um corpo relativamente irregular e a sua superfície é escura. Gás e partículas podem estar fluindo de partes do núcleo. Pedaços grandes podem também esporadicamente se desprender do núcleo. Bolsões de gás sob pressão debaixo da superfície podem produzir explosões também esporádicas. Grãos grandes de poeira podem acumular-se na superfície formando uma crosta sólida que será ejetada na próxima passagem pelo periélio pela presão dos gases. Poderíamos definir este corpo como um bloco de gelo sujo



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