sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Biologia e Química

Cerca de 65 milhões de anos atrás, um asteroide de grandes proporções atingiu a Terra. A principal consequência do impacto foi o resfriamento global e a extinção de um número incontável de espécies que habitavam o planeta, incluindo os dinossauros (a colisão foi tão forte que fez com que muita poeira fosse levantada, impedindo que a luz do sol chegasse à superfície)..E ele, certamente, não foi o único fragmento espacial a atingir o solo terrestre. O grande número de crateras que existe no planeta é uma prova de que vários asteroides (em seus diversos tamanhos) já chegaram até aqui.
''Imagem Ilustrativa''
Atualmente, há poucas previsões de asteroides que possam passar por perto: somente em 2028 um corpo com mais de 1 km vai se aproximar. A NASA afirma que não há riscos de ele colidir com a Terra, mas caso algo alterasse sua rota e ele realmente nos atingisse, quais seriam os danos?Dá para imaginar que uma pedra gigante viajando nessa velocidade não seria muito saudável para o planeta. Se atingir a superfície, uma nova era glacial poderia começar (da mesma maneira que o meteoro que extinguiu os dinossauros, uma colisão de grande porte faria com que poeira impedisse a luz do sol de chegar).
Atingindo o oceano, mais catástrofes são previstas. Além de tsunamis enormes causados pela movimentação anormal dos mares (e as consequentes destruições de costas e ilhas), a vaporização de um grande volume de água salgada seria responsável por um buraco gigantesco na camada de ozônio.

A incidência dos raios solares com menos bloqueio poderia causar destruição de uma série de plantas, afetando toda a produção alimentar do planeta (vegetais fazem parte da alimentação humana e também são utilizados como ração para animais de corte). Isso sem falar nos danos diretos à saúde, pois com o sol chegando mais forte, certamente o câncer de pele e outras doenças relacionadas ao calor seriam ainda mais presentes.

Estes são apenas os impactos indiretos. É preciso pensar também na destruição causada pelo asteroide. Em 1908, quando um corpo de pouco mais de 100 metros atingiu a Sibéria, o impacto foi calculado em cerca de 15 megatons (destruindo uma área de 2 mil quilômetros quadrados). Para entender melhor o que isso significa: 15 megatons são mil vezes a potência da bomba atômica que atingiu Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial.
"Impacto causado pelo corpo que atingiu a Sibéria"





Historia

Centenas de anos antes de Cristo, povos tais como os antigos gregos já teorizavam sobre a natureza dos meteoros ou "estrelas cadentes", e quem mais se aproximou da verdade foi o filósofo grego Diógenes de Apolônia, que dizia que os meteoros eram pedras que vinham do céu em direção à terra e caíam nos oceanos onde jamais eram localizados. O conhecimento sobre a natureza dos meteoros, no entanto, continuava um mistério. As "estrelas cadentes" eram tratadas como fenômenos atmosféricos, alguns explicavam que eram  granizos formados pela solidificação das nuvens, outros diziam que eram rochas dos vulcões, pois já haviam encontrado muitas amostras de supostas pedras que eram meteoros. Ninguém jamais imaginaria que essas rochas eram vindas do espaço. E até o início do século 19, muitos cientistas aceitavam a hipótese de Isaac Newton de que não haveria rochas espaciais, ou seja, o espaço era limpo.
Porém em 1772 Peter Pallas fez uma viagem exploratória na Siberia onde se deparou com uma rocha de metal com cristais incrustados, que havia caído do céu segundo os habitantes. Começou então a apoiar a teoria de que rochas desse tipo eram provenientes do céu e incentivou o físico alemão Ernst Florens Friedrich Chladni a defender essa teoria também, publicando um livro-texto.
Mas mesmo tentando explicar a sua teoria de todas as formas possíveis, a comunidade científica não levou a sério e diz que precisava ter uma prova "melhor" para comprovar aquilo que tava defendendo.
Em 13 de dezembro de 1975 em Wold Cottage uma bola de fogo caiu, que foi analisada pelo químico inglês Edward Howard que descobriu haver grãos de ferro enriquecido com níquel na matriz da rocha, liga metálica que era semelhante ao meteorito de Pallas.

Então, Edward Howard publicou seus resultados e comprovou que a tese de Chladini era verdadeira, de que as pedras analisadas anteriormente  foram comprovadas como vindas do céu graças ao ocorrido em Wold Cottage. Isso foi um marco para o início da nova ciência emergente, a Meteorítica
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imagem ilustrativa do cometa Halley

Ingles


imagem não oficial

Meteor bright enough to be classified as a 'fireball' crossed the sky over eastern North America, on the night of Friday the day of March 22, 2013, becoming a spectacle witnessed by the least 13 American states, Washington DC and two Canadian provinces, reported the American Meteor Society.
The organization counted more than 300 witnesses in Ontario and Quebec, Canada, to the state of North Carolina, in the southern United States, and there are still more than 100 reports to be reviewed, said Mike Hankey, a member of the board. "It happened at a good time, around 20h on Friday, when many people could see it," said Robert Lunsford, coordinator of the entity.

The fireball was seen Friday at various points on the East Coast of the USA and even in some states without contact with the sea, as West Virginia and Ohio, the foundation said. The likely trajectory of the object showed that it came from east of Pennsylvania through New Jersey and south of the city of New York, turning then to the Atlantic Ocean, according to testimonies collected. "At first, I thought the fireball was a low flying plane," said a witness of Westchester, State of New York.

Física e Sociologia

ASTEROIDES NA FISICA E SOCIOLOGIA 


Os asteróides e cometas são chamados de corpos menores do Sistema Solar. Este termo reflete o fato de serem estes objetos de dimensões e massa muito inferiores aos dos planetas, mesmo os do tipo Terra. A semelhança com que cometas e asteróides refletem a luz solar indica que estes objetos são compartilham de muitas propriedades e de origem comum.
Os asteróides são bem abundantes: o número de asteróides conhecidos em 1986 era de 3.000 e este número cresce a uma taxa de dúzias a cada ano. Estima-se que existam mais de meio milhão de asteróides com mais de 500 metros de diâmetro e mesmo assim, a massa total destes corpos não deve superar 1/1000 da massa da Terra.
Ao se acumular o número de asteróides entre Marte e Júpiter, ficou evidente que o planeta previsto pela lei de Titius e Bode estava fragmentado. Pensou-se que os asteróides tinham se formado após a explosão deste planeta. Hoje, o mais aceito é que estes pedaços de matéria são restos da formação planetária que nunca chegaram a formar um planeta.
Os asteróides não estão uniformemente distribuídos entre Marte e Júpiter: eles estão em faixas que apresentam zonas vazias, chamadas zonas de Kirkpatrick. Alguns asteróides estão agrupados e parecem ter uma relação física, e por isso são chamados de famílias.
Os asteróides Troianos giram na órbita de Júpiter. Os asteróides da família Apollo-Amor estão ligados à Terra e a Marte. O disco de Marte é fornecido como escala de dimensões. Ceres, Vesta e Palas são os maiores asteróides; os tamanhos dos desenhos e as formas de cada um são realistas, pois são baseados em observações. A família Flore, perto de Marte, está constituída por corpos de mais de 15 km de diâmetro. Os objetos situados nos extremos superior ou inferior deste diagrama possuem órbitas mais excêntricas.


COMETAS NA FISICA E NA SOCIOLOGIA:

Os cometas, assim como os asteróides, são corpos menores do sistema solar. Eles, do mesmo modo que os planetas e os asteróides, estão ligados gravitacionalmente ao Sol, orbitando em torno deste último.
Estes corpos celestes são aglomerados de alguns tipos de gelo e poeira, podendo conter rochas e metais. Seu diâmetro pode ser de até 50 km. Um cometa não é visível quando está longe do Sol. Quando se aproximam a 5 UA, começam a evaporar-se, formando uma bola de vapor ao seu redor, chamada de coma ou cabeleira. Mais perto do Sol, a uns 2 UA, a pressão da radiação e o vento solar empurram os gases e a poeira da cabeleira, produzindo longas caudas. A cauda sempre aponta na direção contrária ao Sol, a de gás é mais reta, enquanto a de poeira é mais curva.
O núcleo do cometa é um corpo relativamente irregular e a sua superfície é escura. Gás e partículas podem estar fluindo de partes do núcleo. Pedaços grandes podem também esporadicamente se desprender do núcleo. Bolsões de gás sob pressão debaixo da superfície podem produzir explosões também esporádicas. Grãos grandes de poeira podem acumular-se na superfície formando uma crosta sólida que será ejetada na próxima passagem pelo periélio pela presão dos gases. Poderíamos definir este corpo como um bloco de gelo sujo



Asteroides na matemática

MATEMÁTICA-

Um asteróide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Mas, ao menos na estatística, não parece ser o fim do mundo --a chance de uma colisão catastrófica é de apenas uma em 909 mil.



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Diferença entre Asteroides,cometa e meteoro (GEOGRAFIA)

                Asteroides:

Enquanto o cometa é uma bola de gases congelados, o asteroide é uma grande pedra espacial. Também é uma "sobra" do sistema solar, mas uma sobra do processo de formação dos planetas rochosos, como Terra e Marte. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 km de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros!

imagem ilustrativa

                  Cometa:

É uma grande bola de gelo - formada pela junção de vários gases - que vaga pelo espaço. O cometa é uma espécie de "sobra" do processo de formação dos grandes planetas gasosos do sistema solar, como Júpiter e Saturno. Este bloco gelado que você vê aqui é só uma minúscula parte de todo o cometa, é o seu núcleo sólido, que em geral tem uns 6 km de diâmetro.

imagem ilustrativa


meteoro:

É um asteróide pequeno. Não há um limite exato, mas a partir de 1 km de diâmetro as pedras espaciais costumam ser chamadas de asteróides. A maior parte dos meteoróides equivale a grãos de areia. Mas esses são quase imperceptíveis: toneladas se dirigem à atmosfera da Terra todos os dias. Já meteoróides com uns 4 m de diâmetro deixam sinais mais evidentes.



imagem ilustrativa
(Meteoros e Cometas tem visuais parecidos,porem são fenômenos muito diferentes)